Como entender as pesquisas eleitorais?

A realização de pesquisas sérias e comprometidas com a ética e a qualidade são prioridades para o Instituto Census. Realizamos pesquisas quantitativas de mercado e eleitoral para segmentos diversos. Nesse sentido apresentamos formas de entender melhor as diversas pesquisas eleitorais.

Imagem de capa para as matérias sobre Eleições Municipais de 2020. Eleições 2020.

Em todo período eleitoral as pesquisas de intenção de voto se tornam assunto nos meios de comunicação e na sociedade. As pesquisas alimentam intensos debates sobre sua veracidade e a legalidade de suas divulgações. Independente de qualquer julgamento, apresentamos uma série de aspectos que o eleitor deve atentar ao analisar os resultados de uma pesquisa pública. Selecionamos os pontos que consideramos mais importantes para o eleitor ter maior entendimento e compreender algumas diferenças nos resultados.

Cada pesquisa é um retrato do momento:

As pesquisas eleitorais representam um retrato do momento das intenções de voto e opiniões. A cada fato político, midiático, social que acontece os eleitores podem alterar suas opiniões e percepções. Alguns acontecimentos têm maior poder de persuasão sobre a intenção de voto do eleitor médio e por isso devem ser consideradas. Portanto, é preciso compreender que o objetivo de uma pesquisa eleitoral não é “prever” o resultado das eleições, mas sim de apresentar o cenário do momento, não devendo tomar seus resultados como os que se apresentaram no dia das eleições.

Metodologia de aplicação:

Os institutos de pesquisa possuem diferentes metodologias de aplicação dos questionários e isso pode influenciar na seleção dos entrevistados e nos resultados encontrados, os principais métodos os listados a seguir.

Face-a-face: onde o pesquisador interage pessoalmente com o entrevistado, a entrevista pode ser realizada de forma residencial ou em pontos de fluxo das cidades. A metodologia Census é domicílio.

Telefônica: os eleitores são contatados via telefone e podem ter um pesquisador que interage com o entrevistado ou uma URA (Unidade de resposta audível) software que interage com o entrevistado através de gravações e recebe as respostas pelo teclado do telefone.

Online: metodologia que não é utilizada pelos principais institutos em pesquisas eleitorais, pois a população brasileira ainda possui acesso à internet e smartphones limitado.

Estrutura do questionário:

A estruturação de questionário em uma pesquisa requer cuidado e planejamento, a ordem das perguntas pode influenciar o entrevistado. O ideal é que o questionário siga uma sequência lógica que não influencie nas questões principais da pesquisa, que são as de intenção de voto.


Data de realização do campo:

É importante ter ciência da data em que as entrevistas foram realizadas, assim consegue-se compreender caso algum fato ocorrido durante a aplicação influenciou no resultado. Pode ocorrer algum fato também após a pesquisa, o que pode inviabilizar a análise da pesquisa que acabou de ser concluída. Por exemplo, enquanto o candidato a presidência Jair Bolsonaro sofreu o atentado havia pesquisas em pleno curso que tiveram que ser canceladas, pois aquele fato iria afetar provavelmente afetar as intenções de voto da população – como de fato as pesquisas confirmaram que mudou.

Esses são alguns pontos gerais que devem ser levados em consideração ao analisar uma pesquisa eleitoral. 

Editorial

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